Livreto Litúrgico - III semana da Quaresma - Dia Mundial da Mulher




Reunido o povo, o sacerdote dirige-se ao presbitério com os ministros, durante o canto de entrada.

CANTO DE ENTRADA

FALA ASSIM MEU CORAÇÃO
VOU BUSCAR A TUA FACE
SENHOR, O TEU SEMBLANTE 
NÃO ESCONDAS NÃO!

ÉS SENHOR O MEU ABRIGO;
SEGURANÇA E PROTEÇÃO,
TENHO OS OLHOS EM TI FIXOS;
MINHA ROXA E SALVAÇÃO
VÊ MEU CORAÇÃO CONTRITO 
VEM, ME GUIA A TUA MÃO!

FALA ASSIM MEU CORAÇÃO
VOU BUSCAR A TUA FACE
SENHOR, O TEU SEMBLANTE 
NÃO ESCONDAS NÃO!

DA TUA MALDADE, VEM, ME LIVRA;
TIRA-ME DA PERDIÇÃO,
TEU SEMBLANTE É MUNHA LUZ;
É FAROL DA ESCURIDÃO
EM TEU CORAÇÃO ENCONTRO
SÓ BONDADE E COMPAIXÃO!

FALA ASSIM MEU CORAÇÃO
VOU BUSCAR A TUA FACE
SENHOR, O TEU SEMBLANTE 
NÃO ESCONDAS NÃO!

A TI PEÇO SÓ UMA COISA;
EM TUA CASA HABITAR,
CADA DIA DE MINHA VIDA;
E O TEU AMOR PROVAR!
CANTAREI ENTÃO PARA SEMPRE,
É MEU DEUS, MEU LOUVOR!

FALA ASSIM MEU CORAÇÃO
VOU BUSCAR A TUA FACE
SENHOR, O TEU SEMBLANTE 
NÃO ESCONDAS NÃO!

Chegando ao altar e feita a devida reverência, beija-o em sinal de veneração e, se oportuno, incensa-o. Em seguida, todos se dirigem às cadeiras.

Terminado o canto de entrada, toda a assembleia, de pé, faz o sinal da cruz enquanto o sacerdote diz:
℣. Em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo.
O povo responde:
℞. Amém.

O sacerdote, voltado ao povo e abrindo os braços, saúda:
℣. A graça de nosso Senhor Jesus Cristo, o amor do Pai e a comunhão do Espírito Santo estejam convosco.
ATO PENITENCIAL

Segue-se o Ato Penitencial. 
O sacerdote convida os fiéis à penitência.

℣. Irmãos, reconheçamos as nossas culpas para celebrarmos dignamente os santos mistérios.
℞. Bendito seja Deus, que nos reuniu no amor de Cristo!

CANTO PENITENCIAL:

QUERO CONFESSAR A TI,
ILUMINA MINHA ALMA
EU RECONHEÇO: SOU PECADOR!

DIANTE DE MIM EU SEI
ESTÁ SEMPRE O MEU PECADO
FOI CONTRA VÓS
QUE EU PEQUEI

KYRIE ELEISON
CRISTIE ELEISON
KYRIE ELEISON 

Segue-se a absolvição sacerdotal:
℣. Deus todo-poderoso tenha compaixão de nós, perdoe os nossos pecados e nos conduza à vida eterna.
O povo responde:
℞. Amém.

ORAÇÃO DO DIA

Terminado, de mãos unidas, o sacerdote diz:
℣. Oremos.
E todos oram em silêncio por um tempo.
Então, o sacerdote abrindo os braços reza a oração:
℣. Ó Deus, na vossa incansável misericórdia, purificai e protegei a vossa Igreja, governando-a constantemente, pois sem vosso auxílio ela não pode salvar-nos. Por Nosso Senhor Jesus Cristo, Vosso Filho, na unidade do Espírito Santo.
℞. Amém.

PRIMEIRA LEITURA

O leitor dirige-se ao ambão para a primeira leitura, que todos ouvem sentados.

L. Leitura do segundo livro dos Reis.
 Naamã, general do exército do rei da Síria, gozava de grande prestígio diante de seu amo, e era muito considerado, porque, por meio dele, o Senhor salvou a Síria; era um homem valente, mas leproso.
 Ora, tendo os sírios feito uma incursão no território de Israel, levaram consigo uma jovem, a qual ficou a serviço da mulher de Naamã.
 Ela disse à sua senhora: “Ah, se meu amo fosse ter com o profeta que reside em Samaria, ele o curaria da lepra!”
 Ouvindo isso, Naamã foi e contou ao seu soberano o que dissera a jovem israelita.
 O rei da Síria respondeu-lhe: “Vai, que eu enviarei uma carta ao rei de Israel”. Naamã partiu com dez talentos de prata, seis mil siclos de ouro e dez vestes de festa.
 Levou ao rei de Israel uma carta concebida nestes termos: “Ao receberes esta carta, saberás que te mando Naamã, meu servo, para que o cures da lepra”.
 Tendo lido a missiva, o rei de Israel rasgou as vestes e exclamou: “Sou eu porventura um deus, que possa dar a morte ou a vida, para que esse me mande dizer que cure um homem da lepra? Vede bem que ele anda buscando pretextos contra mim”.
 Quando Eliseu, o homem de Deus, soube que o rei tinha rasgado as vestes, mandou-lhe dizer: “Por que rasgaste as tuas vestes? Que ele venha a mim, e saberá que há um profeta em Israel”.
 Naamã veio com seu carro e seus cavalos e parou à porta de Eliseu.
 Este mandou-lhe dizer por um mensageiro: “Vai, lava-te sete vezes no Jordão e tua carne ficará limpa”.
 Naamã se foi, despeitado, dizendo: “Eu pensava que ele viria em pessoa, e, diante de mim, invocaria o Senhor, seu Deus, poria a mão no lugar infetado e me curaria da lepra.
 Porventura os rios de Damasco, o Abana e o Farfar, não são melhores que todas as águas de Israel? Não me poderia eu lavar neles e ficar limpo?” E, voltando-se, retirou-se encolerizado.
 Mas seus servos, aproximando-se dele, disseram-lhe: “Meu pai, mesmo que o profeta te tivesse ordenado algo difícil, não o deverias fazer? Quanto mais agora que ele te disse: ‘Lava-te e serás curado’”.
 Naamã desceu ao Jordão e banhou-se ali sete vezes, como lhe ordenara o homem de Deus, e sua carne tornou-se tenra como a de uma criança.
 Voltando então para o homem de Deus, com toda a sua comitiva, entrou, apresentou-se diante dele e disse: “Reconheço que não há outro Deus em toda a terra, senão o de Israel. Aceita este presente do teu servo”.
Ao concluir, aquele que lê diz:
L. Palavra do Senhor.
A assembleia, responde:
℞. Graças a Deus.

SALMO RESPONSORIAL

O salmista ou o cantor recita o salmo, e o povo o estribilho.

℞. Minha alma tem sede de Deus, do Deus vivo:
e quando verei a face de Deus?

1. Assim como a corça suspira pelas águas correntes,
suspira igualmente minha alma
por vós, ó meu Deus!
℞.

2. A minha alma tem sede de Deus
e deseja o Deus vivo.
Quando terei a alegria de ver
a face de Deus?
℞.

3. Enviai vossa luz, vossa verdade:
elas serão o meu guia;
que me levem ao vosso monte santo,
até a vossa morada!
℞.

4. Então irei aos altares do Senhor,
Deus da minha alegria.
Vosso louvor cantarei ao som da harpa,
meu Senhor e meu Deus!
℞.

ACLAMAÇÃO AO EVANGELHO

Omite-se o Aleluia, canta-se outra Antífona apropriada para este Tempo.

JESUS CRISTO SOIS BENDITO
UNGIDO DE DEUS PAI!

NO SENHOR PONHO A MINHA ESPERANÇA, ESPERO EM SUA PALAVRA;
POIS NO SENHOR SE ENCONTRA TODA GRAÇA, E COPIOSA REDENÇÃO.

Enquanto isso, o sacerdote, se usar incenso, coloca-o no turíbulo. O diácono que vai proclamar o Evangelho, inclinando-se diante do sacerdote, pede a bênção em voz baixa:
Dá-me a tua bênção.
O sacerdote diz em voz baixa:
O Senhor esteja em teu coração e em teus lábios para que possas anunciar dignamente o seu Evangelho: em nome do Pai e do Filho + e do Espírito Santo.
O diácono responde:
Amém.

Se não houver diácono, o sacerdote, inclinado diante do altar, reza em silêncio;
Ó Deus todo-poderoso, purificai-me o coração e os lábios, para que eu anuncie dignamente o vosso santo Evangelho.

EVANGELHO

O diácono ou o sacerdote dirige-se ao ambão, acompanhado, se for oportuno, pelos ministros com o incenso e as velas, e diz:
℣. O Senhor esteja convosco.
℞. Ele está no meio de nós.

O diácono, ou o sacerdote, fazendo o sinal da cruz no livro e, depois, na fronte, na boca e no peito, diz:
℣. Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo  segundo Lucas.
℞. Glória a vós, Senhor.

Então o diácono ou o sacerdote, se for oportuno, incensa o livro e proclama o Evangelho.
℣. Vindo a Nazaré, disse Jesus: “Em verdade vos digo: nenhum profeta é bem aceito na sua pátria.
Em verdade vos digo: muitas viúvas havia em Israel, no tempo de Elias, quando se fechou o céu por três anos e meio e houve grande fome por toda a terra;
 mas a nenhuma delas foi mandado Elias, senão a uma viúva em Sarepta, na Sidônia.
 Igualmente havia muitos leprosos em Israel, no tempo do profeta Eliseu; mas nenhum deles foi limpo, senão o sírio Naamã”.
 A estas palavras, encheram-se todos de cólera na sinagoga.
 Levantaram-se e lançaram-no fora da cidade; e conduziram-no até o alto do monte sobre o qual estava construída a sua cidade, e queriam precipitá-lo dali abaixo.
 Ele, porém, passou por entre eles e retirou-se.
Terminado o Evangelho, o diácono ou o sacerdote diz:
℣. Palavra da Salvação.
O povo aclama:
℞. Glória a vós, Senhor.

O sacerdote beija o livro, rezando em silêncio:
Pelas palavras do santo Evangelho sejam perdoados os nossos pecados.

HOMILIA

Nos domingos e festas de preceito, faça-se a homilia, também recomendável nos outros dias.


LITURGIA EUCARÍSTICA

Inicia-se o canto do ofertório, enquanto os ministros colocam no altar o corporal, o sanguinho , o cálice e o missal.

CANTO DE OFERTÓRIO

OH, OH, OH, OH!
OH, OH, OH, OH!


QUANDO OS PÉS NO CHÃO TOCAREM
PARA DANÇA COMEÇAR;
QUANDO AS MÃO SE ENTRELAÇAREM.
VIDA NOVA HÁ DE BROTAR.
TOMO Ó PAI O AMOR PERFEITO;
PELO RIO A MATA A FLOR,
QUE O ÍNDIO TRÁS NO PEITO,
É LOUVOR AO CRIADOR!

UMA SÓ SERÁ A MESA,
TERRA MÃE SERÁ O ALTAR;
O SUSTENTA NATUREZA,
EM MILAGRES VAI NOS DAR!

OH, OH, OH, OH!
OH, OH, OH, OH!

EIS AQUI SENHOR AS DORES;
DESTE CRISTO POVO IRMÃO,
SEJAM HINOS SEUS CLAMORES,
NA DEFESA DE SEU CHÃO!
NOVA TERRA NÓS SONHAMOS,
ONDE TODOS TEM LUGAR,
OS DIREITOS NÓS BUSCAMOS;
VIDA, PÃO, RESPEITO E LAR!

UMA SÓ SERÁ A MESA,
TERRA MÃE SERÁ O ALTAR;
O SUSTENTA NATUREZA,
EM MILAGRES VAI NOS DAR!

OH, OH, OH, OH!
OH, OH, OH, OH!

POVOS TODOS TERRA INTEIRA;
TE PERTENCEM Ó SENHOR!
QUE OS MALES E AS FRONTEIRAS;
DEEM LUGAR AO PLENO AMOR!

UMA SÓ SERÁ A MESA,
TERRA MÃE SERÁ O ALTAR;
O SUSTENTA NATUREZA,
EM MILAGRES VAI NOS DAR!

OH, OH, OH, OH!
OH, OH, OH, OH!

Convém que os fiéis manifestem a sua participação, trazendo o pão e o vinho para a celebração da Eucaristia, ou outros dons para auxílio da comunidade e dos pobres.

O sacerdote, de pé, toma a patena com o pão e, elevando-a um pouco sobre o altar, reza em silêncio:
Bendito sejais, Senhor, Deus do universo, pelo pão que recebemos de vossa bondade, fruto da terra e do trabalho humano, que agora vos apresentamos, e para nós se vai tornar pão da vida.

Se não houver canto ao ofertório, poderá o sacerdote recitar em voz alta as palavras acima, e o povo acrescentar a aclamação:
Bendito seja Deus para sempre!

O diácono ou o sacerdote derrama o vinho e um pouco d'água no cálice, rezando em silêncio.
Pelo mistério desta água e deste vinho possamos participar da divindade do vosso Filho, que se dignou assumir a nossa humanidade.

Em seguida, o sacerdote toma o cálice e, elevando-o um pouco sobre o altar, reza em silêncio:
Bendito sejais, Senhor, Deus do universo, pelo vinho que recebemos de vossa bondade, fruto da videira e do trabalho humano, que agora vos apresentamos e que para nós se vai tornar vinho da salvação.
Coloca o cálice sobre o corporal.

Se não houver canto ao ofertório, poderá o sacerdote recitar em voz alta as palavras acima, e o povo acrescentar a aclamação:
Bendito seja Deus para sempre!

O sacerdote, inclinando, reza em silêncio:
De coração contrito e humilde, sejamos, Senhor, acolhidos por vós; e seja o nosso sacrifício de tal modo oferecido que vos agrade, Senhor, nosso Deus.

Se for oportuno, incensa as oferendas e o altar. 
Depois, o diácono ou o ministro incensa o sacerdote e o povo.

O sacerdote, de pé, ao lado do altar, lava as mãos, dizendo em silêncio:
Lavai-me, Senhor, de minhas faltas e purificai-me de meus pecados.

ORAÇÃO SOBRE AS OFERENDAS

No meio do altar e voltado para o povo, estendendo e unindo as mãos, o sacerdote diz:
℣. Transformai para nós, ó Deus, no sacramento que nos salva, estas ofertas que vos apresentamos como sinal da nossa submissão. Por Cristo, nosso Senhor.


COMUNHÃO

O sacerdote, voltado para o altar, reza em silêncio:
Que o Corpo de Cristo me guarde para a vida eterna.
Comunga o Corpo de Cristo.
Depois, segura o cálice e reza em silêncio:
Que o Sangue de Cristo me guarde para a vida eterna.
Comunga o Sangue de Cristo.

Toma a patena ou o cibório e, mostrando a hóstia um pouco elevada aos que vão comungar e diz a cada um:
O Corpo de Cristo.
O que vai comungar responde:
Amém.
O diácono, ao distribuir a sagrada comunhão, procede do mesmo modo.

Se houver comunhão sob as duas espécies, observe-se o rito prescrito.

Enquanto o sacerdote comunga do Corpo de Cristo, inicia-se o canto da comunhão.

CANTO PARA COMUNHÃO
℞. Amém.

PREFÁCIO DA QUARESMA III
Os frutos da abstinência

O sacerdote, de braços abertos, começa a Oração eucarística, dizendo:
℣. O Senhor esteja convosco.
℞. Ele está no meio de nós.

Erguendo as mãos, o sacerdote prossegue:
℣. Corações ao alto.
℞. O nosso coração está em Deus.

O sacerdote, com os braços abertos, acrescenta:
℣. Demos graças ao Senhor, nosso Deus.
℞. É nosso dever e nossa salvação.

O sacerdote, de braços abertos, continua o prefácio.
℣. Na verdade é justo e necessário, é nosso dever e salvação dar-vos graças, Senhor, Pai santo, Deus eterno e todo-poderoso, por Cristo, Senhor nosso. Vós acolheis nossa penitência como oferenda à vossa glória. O jejum e a abstinência que praticamos, quebrando nosso orgulho, nos convidam a imitar vossa misericórdia, repartindo o pão com os necessitados. Unidos à multidão dos anjos e dos santos nós vos aclamamos, cantando a uma só voz:
Todos dizem em voz alta ou se oportuno, cantam.
℞.  Santo, Santo, Santo, Senhor, Deus do universo! O céu e a terra proclamam a vossa glória. Hosana nas alturas! Bendito o que vem em nome do Senhor! Hosana nas alturas!

ORAÇÃO EUCARÍSTICA


De braços abertos, diz:
℣. Ó Deus, desde a criação do mundo, fazeis o bem a cada um de nós para sermos santos como vós sois santo. Olhai vosso povo aqui reunido e 
O sacerdote une as mãos e as estende sobre as oferendas dizendo:
derramai a força do Espírito, para que estas oferendas se tornem
Une as mãos e traça o sinal da cruz sobre o pão e o cálice ao mesmo tempo, dizendo:
 o Corpo e o Sangue do Filho muito amado, no qual também somos vossos filhos. 
Une as mãos e prossegue:
Enquanto estávamos perdidos e incapazes de vos encontrar, vós nos amastes de modo admirável, pois vosso filho – o justo e santo – entregou-se em nossas mãos, aceitando ser pregado na cruz.

℞. Como é grande, ó Pai, a vossa misericórdia!

De braços abertos, prossegue:
℣. Antes, porém, de seus braços abertos traçarem entre o céu e a terra o sinal permanente da vossa aliança, Jesus quis celebrar a Páscoa com seus discípulos. 
toma o pão, mantendo-o um pouco elevado sobre o altar,inclina-se levemente, e prossegue:
Ceando com eles, tomou o pão e pronunciou a bênção de ação de graças. Depois, partindo o pão, o deu a seus amigos.
Mostra ao povo a hóstia consagrada, coloca-a na patena, fazendo genuflexão para adorá-la.

Então prossegue:
Ao fim da ceia, Jesus, sabendo que ia reconciliar todas as coisas pelo sangue a ser derramado na cruz, 
toma o cálice nas mãos, mantendo-o um pouco elevado sobre o altar, inclina-se levemente, e prossegue:
tomou o cálice com vinho. Deu graças novamente e passou o cálice a seus amigos.

Mostra o cálice ao povo, coloca-o sobre o corporal e faz genuflexão para adorá-lo.

Em seguida diz:

Eis o mistério da fé!

℞.Anunciamos, Senhor, a vossa morte e proclamamos a vossa ressurreição. Vinde, Senhor Jesus!

De braços abertos, prossegue:
℣. Lembramo-nos de Jesus Cristo, nossa páscoa e certeza da paz definitiva. Hoje celebramos sua morte e ressurreição, esperando o dia feliz de sua vinda gloriosa. Por isso, vos apresentamos, ó Deus fiel, a vítima de reconciliação que nos faz voltar à vossa graça.

℞. Esperamos, ó Cristo, vossa vinda gloriosa!

De braços abertos, prossegue:
℣.Olhai com amor, Pai misericordioso, aqueles que atraís para vós, fazendo-os participar no único sacrifício de Cristo. Pela força do Espírito Santo, todos se tornem um só corpo bem unido, no qual todas as divisões sejam superadas.

℞.Esperamos, ó Cristo, vossa vinda gloriosa!

De braços abertos, prossegue:
1C: Conservai-nos, em comunhão de fé e amor, unidos ao papa N. e ao nosso bispo N.. Ajudai-nos a trabalhar juntos na construção do vosso reino, até o dia em que, diante de vós, formos santos com os vossos santos, ao lado da virgem Maria e dos apóstolos, com nossos irmãos e irmãs já falecidos que confiamos à vossa misericórdia. Quando fizermos parte da nova criação, enfim libertada de toda maldade e fraqueza, poderemos cantar a ação de graças de Cristo que vive para sempre.

℞. Esperamos, ó Cristo, vossa vinda gloriosa!

Ergue o cálice e a patena com a hóstia, dizendo:
℣. Por Cristo, com Cristo, em Cristo, a vós, Deus Pai todo poderoso, na unidade do Espírito Santo, toda a honra e toda a glória, agora e para sempre.

℞. Amém!

RITO DA COMUNHÃO

Tendo colocado o cálice e a patena sobre o altar, o sacerdote diz unindo as mãos:
℣. Guiados pelo Espírito de Jesus e iluminados pela sabedoria do Evangelho, ousamos dizer:
O sacerdote abre os braços e prossegue com o povo:
℞. Pai nosso que estais nos céus, santificado seja o vosso nome; venha a nós o vosso reino, seja feita a vossa vontade,  assim na terra como no céu;  o pão nosso de cada dia nos daí hoje,  perdoai-nos as nossas ofensas, assim como nós perdoamos a quem nos tem ofendido, e não nos deixeis cair em tentação, mas livrai-nos do mal.

O sacerdote prossegue sozinho, de braços abertos:
℣. Livrai-nos de todos os males, ó Pai, e dai-nos hoje a vossa paz. Ajudados pela vossa misericórdia, sejamos sempre livres do pecado e protegidos de todos os perigos, enquanto, vivendo a esperança, aguardamos a vinda de Cristo salvador.
O sacerdote une as mãos. 
O povo conclui a oração aclamando:
℞. Vosso é o reino, o poder e a glória para sempre!

O sacerdote, de braços abertos, diz em voz alta:
℣. Senhor Jesus Cristo, dissestes aos vossos Apóstolos: Eu vos deixo a paz, eu vos dou a minha paz. Não olheis os nossos pecados, mas a fé que anima vossa Igreja; dai-lhe, segundo o vosso desejo, a paz e a unidade.
O sacerdote une as mãos e conclui:
Vós, que sois Deus, com o Pai e o Espírito Santo.
O povo responde:
℞. Amém.

O sacerdote, estendendo e unindo as mãos, acrescenta:
℣. A paz do Senhor esteja sempre convosco.
O povo responde:
℞. O amor de Cristo nos uniu.

Omite-se o Gesto de saudação até à Vigília Pascal

Em seguida, o sacerdote parte o pão consagrado sobre a patena e coloca um pedaço no cálice, rezando em silêncio:
℣. Esta união do Corpo e do Sangue de Jesus, o Cristo e Senhor nosso, que vamos receber, nos sirva para a vida eterna.

Enquanto isso, canta-se ou recita-se:
Cordeiro de Deus, que tirais o pecado do mundo, tende piedade de nós.
Cordeiro de Deus, que tirais o pecado do mundo, tende piedade de nós.
Cordeiro de Deus que tirais o pecado do mundo, dai-nos a paz.

Essas palavras podem ser repetidas várias vezes, se a fração do pão se prolonga. Contudo, na última vez se diz: dai-nos a paz.

O sacerdote, de mãos unidas, reza em silêncio:
℣. Senhor Jesus Cristo, o vosso Corpo e o vosso Sangue, que vou receber, não se tonem causa de juízo e condenação; mas, por vossa bondade, sejam sustento e remédio para a minha vida.

O sacerdote faz genuflexão, toma a hóstia, elevando-a sobre a patena, diz em voz alta, voltado para o povo:
℣. Felizes os convidados para a Ceia do Senhor.  Eis o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo.
E acrescenta, com o povo, uma só vez:
℞. Senhor, eu não sou digno de que entreis em minha morada, mas dizei uma palavra e serei salvo.

EU VIM PARA QUE TODOS TENHAM VIDA,
QUE TODOS TENHAM VIDA PLENAMENTE.
 
RECONSTRÓI A TUA VIDA EM COMUNHÃO COM TEU SENHOR,
RECONSTRÓI A TUA VIDA EM COMUNHÃO COM TEU IRMÃO.
ONDE ESTÁ O TEU IRMÃO, EU ESTOU PRESENTE NELE.
 
 EU PASSEI FAZENDO O BEM, EU CUREI TODOS OS MALES.
HOJE ÉS MINHA PRESENÇA JUNTO A TODO SOFREDOR.
ONDE SOFRE O TEU IRMÃO, EU ESTOU SOFRENDO NELE.
 
 ENTREGUEI A MINHA VIDA PELA SALVAÇÃO DE TODOS.
RECONSTRÓI, PROTEGE A VIDA DE INDEFESOS E INOCENTES.
ONDE MORRE O TEU IRMÃO, EU ESTOU MORRENDO NELE.
 
 VIM BUSCAR E VIM SALVAR O QUE ESTAVA JÁ PERDIDO.
BUSCA, SALVA E RECONDUZE A QUEM PERDEU TODA A ESPERANÇA.
ONDE SALVAS TEU IRMÃO, TU ME ESTÁS SALVANDO NELE.
 
 ESTE PÃO, MEU CORPO E VIDA PARA A SALVAÇÃO DO MUNDO
É PRESENÇA E ALIMENTO NESTA SANTA COMUNHÃO.
ONDE ESTÁ O TEU IRMÃO, EU ESTOU, TAMBÉM, COM ELE.
 
 SALVARÁ A SUA VIDA QUEM A PERDE, QUEM A DOA.
EU NÃO DEIXO PERECER NENHUM DAQUELES QUE SÃO MEUS.
ONDE SALVAS TEU IRMÃO, TU ME ESTÁS SALVANDO NELE.
 
DA OVELHA DESGARRADA EU ME FIZ O BOM PASTOR.
RECONDUZE, ACOLHE E GUIA A QUEM DE MIM SE EXTRAVIOU.
ONDE ACOLHES TEU IRMÃO, TU ME ACOLHES, TAMBÉM, NELE.

Terminada a comunhão, o sacerdote, o diácono ou acólito purifica a patena e o cálice.
Enquanto se faz a purificação, o sacerdote reza em silêncio.

AÇÃO DE GRAÇAS

O sacerdote pode voltar a cadeira. É aconselhável guardar um momento de silêncio ou recitar algum salmo ou canto de louvor.

ORAÇÃO PÓS COMUNHÃO

De pé, junto à cadeira ou ao altar, o sacerdote diz:
℣. Oremos.
E todos, com o sacerdote, rezam algum tempo de silêncio, se ainda não o fizeram. Em seguida o sacerdote abrindo os braços diz:
℣. Nós vos pedimos, ó Deus, que a comunhão no vosso sacramento nos purifique dos pecados e nos conduza à unidade. Por Cristo, nosso Senhor.
℞. Amém!

RITOS FINAIS

Se necessário, façam-se breves comunicações ao povo.
Segue-se o rito de despedida. 

O sacerdote, abrindo os braços, saúda o povo:
℣. O Senhor esteja convosco.
℞.  Ele está no meio de nós.

O diácono diz:
Inclinai-vos para receber a bênção.

E estendendo os braços diz:
℣.  Deus pai de misericórdia, conceda a todos vós, como concedeu ao filho prodigo a alegria do retorno a casa.
℞. Amém!

℣.  O senhor Jesus Cristo, modelo de oração e de vida, vos guie nesta caminhada quaresmal a uma verdadeira conversão.
℞. Amém!

℣.  O espirito de sabedoria e fortaleza vos sustente na luta contra o mal, para poderdes com Cristo, celebrar a vitória da pascoa.
℞. Amém!

O sacerdote abençoa o povo, dizendo:
℣. Abençoe-vos Deus todo-poderoso, Pai e Filho  e Espírito Santo.
℞. Amém!

Depois, o diácono ou o próprio sacerdote diz ao povo, unindo as mãos:
℣. Ide em paz e que o Senhor vos acompanhe.
℞. Graças a Deus.

Então o sacerdote beija o altar em sinal de veneração, como no início.
Feita a devida reverência, retira-se com os ministros.

CANTO FINAL

 VENHAM TODOS, VOCÊS, VENHAM TODOS,
REUNIDOS NUM SÓ CORAÇÃO,
DE MÃOS DADAS FORMANDO A ALIANÇA,
CONFIRMADOS NA MESMA MISSÃO.
DE MÃOS DADAS FORMANDO A ALIANÇA,
CONFIRMADOS NA MESMA MISSÃO.
 
EM NOME DE CRISTO, QUE É A NOSSA PAZ!
EM NOME DE CRISTO, QUE A VIDA NOS TRAZ:
DO QUE ESTAVA DIVIDIDO,
UNIDADE ELE FAZ!
DO QUE ESTAVA DIVIDIDO,
UNIDADE ELE FAZ!
 
 VENHAM TODOS, VOCÊS, MEUS AMIGOS,
CAMINHAR COM O MESTRE JESUS,
ELE VEM REVELAR A ESCRITURA
COMO FEZ NO CAMINHO À EMAÚS.
ELE VEM REVELAR A ESCRITURA
COMO FEZ NO CAMINHO À EMAÚS.

 


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